Estamos na era do fazer. Pensar? É coisa de quem não tem o que fazer. Me lembro de quando minha filha nasceu e de como foi difícil parar pra pensar. Havia tanto a fazer... O engraçado é que o nascimento dela acabou sendo um momento estendido do pensar, do olhar, do rever.
É o que pretendo fazer aqui.
Quero dar uma espiada no caminho. Tropeçar de vez em quando é bom. Tomar um susto, sabe? Recuar, às vezes. Duvidar. E ir adiante num caminho novo. Há sempre um "novo" por aí. Há sempre um jeito novo.
E é então que a metade alma aparece.
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